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José nogueira dos reis
   Nesta guerra, que tantas mortes trouxe para todos os países envolvidos nela, também se fizeram conferências de paz, ou se preferirem, acordos de paz e, no caso da ONU, criaram-se organizações internacionais. De todas as organizações criadas e conferências de paz feitas, aqui só se encontram aquelas que foram mais importantes e que tiveram um maior significado para assegurar a segurança e paz mundial.
conferências de paz


 


      CONFERÊNCIA DE YALTA

Conferência que, antes do fim da Segunda Guerra Mundial, reuniu Winston Churchill, Roosevelt e Estaline em Yalta, de 4 a 11 de Fevereiro de 1945, a fim de resolver os problemas postos pela derrota então já certa dos alemães.

  Roosevelt, já muito doente e preocupado com a Organização das Nações Unidas, queria obter de Estaline a promessa de uma intervenção contra o Japão. Em troca dessa promessa, o leste europeu (e em particular a Polónia) permaneceu na zona de influência da URSS, que obteve além disso a restituição dos territórios tomados pelo Japão à Rússia em 1905.
 
  Churchill, que não partilhava desse ponto de vista, teve de ceder, mas conseguiu, sobretudo, que algum tempo mais tarde a França participasse na ocupação da Alemanha, ganhando alguns benefícios com isso.


      CONFERÊNCIA DE POTSDAM

  Conferência que reuniu em Potsdam, de 17 de Julho a 2 de Agosto de 1945, Estaline e Molotov pela URSS, Truman (substituindo o presidente Roosevelt, morto em 12 de Abril) e Byrnes pelos EUA, Churchill e Eden, depois Attlee e Bevin pela Grã-Bretanha. Foram aí solucionados diversos problemas levados pela capitulação alemã: preparação dos tratados confiada aos quatro ministros das Relações Exteriores (URSS, EUA, Grã-Bretanha e França), ocupação militar e controlo económico, desarmamento e libertação da frota, desnazificação e julgamento dos criminosos de guerra, partilha da Prússia Oriental entre a URSS e a Polónia, etc. Finalmente, pela Declaração de Potsdam (26 de Julho), a URSS associava-se aos anglo-americanos para exigir do Japão uma capitulação incondicional.


      ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU)

   Organismo internacional instituído com o propósito de manter a paz e a cooperação entre as nações, criada a 24 de Outubro de 1945 e sediada em Nova Iorque. A sua eficácia não depende dos seus próprios recursos, mas sim da cooperação permanente de todos os seus membros. A Organização é em grande parte o instrumento das grandes potências mundiais. Tal foi também o caso da Sociedade das Nações, mas hoje existem menos grandes potências que depois da I Guerra Mundial. Os Estados Unidos, as Comunidades de Estados Independentes, o Reino Unido e a França, considera-se que possuem uma maior preponderância que as demais nações, e isto como consequência de aparecerem de 1945 como principais vencedores da Segunda Guerra Mundial; por conseguinte, a Carta das Nações Unidas reserva a estes cinco Estados a condição de membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização e atribuir-lhes, de facto, um direito de veto nas decisões do mesmo. Mas na Assembleia Geral, onde cada nação tem voto igual, as pequenas potências desempenham importantes incumbências. As Nações Unidas reconhecem que a proscrição da guerra implica a "criação" da paz, mediante a melhoria das condições sociais e económicas e a "conservação" dessa mesma paz, por meio de um instrumento poderoso. Guiadas por este princípio dual, as Nações Unidas, estabeleceram a chamada "Carta das Nações Unidas" (assinada em S. Francisco, em 2 de Junho de 1945), que tem como objectivo o fomento da colaboração internacional para a solução dos problemas económicos, sociais, educativos e sanitários e a manutenção da paz e segurança sancionados os agressores e solucionando os conflitos por meios pacíficos. A Sociedade das Nações, perseguiu igualmente o duplo propósito de fomentar a cooperação como solução para os problemas internacionais e conseguir a segurança e paz mundiais, mas não conseguiu, visto que, em 1939, a Alemanha quebra esse "pacto". Assim sendo, a Organização das Nações Unidas difere da Sociedade das Nações (para que não se repita o mesmo) nos seguintes quatro pontos:

   1º - Em vez de estabelecer uma organização internacional, sem organismos específicos, criada de improviso, como foi o procedimento seguido na constituição da Sociedade das Nações, a Organização das Nações Unidas é o resultado de uma lenta evolução e de uma paulatina aproximação fragmentária aos problemas do pós-guerra, que resultou na criação de uma série de organismos internacionais com missões específicas. Ao contrário da Sociedade das Nações, a Organização das Nações Unidas foi projectada no pleno apogeu da guerra e a Carta foi resultado de longas deliberações e negociações, em que intervieram também as pequenas potências. Além disso, a Organização das Nações Unidas seguiu a política de estabelecer por antecipação organizações específicas para a solução dos diversos problemas como, por exemplo, os relacionados com a alimentação, higiene, aviação, finanças, educação e muitos outros.

  2º - Perante o fracasso da Sociedade das Nações, atribuído por numerosos estadistas e peritos em relações internacionais à incapacidade que demonstrou esse organismo para aplicar sanções rápidas e eficazes a Organização das Nações Unidas foi dotada de um poder especial que lhe permite deter a agressão, no devido uso da força armada. Tal poder aparece implícito na própria denominação do "Conselho de Segurança". O Comité do Estado Maior Militar, os contingentes nacionais de forças armadas e a Comissão de Energia Atómica, operam sob os auspícios do Conselho com o objectivo de fortalecer a sua eficácia na aplicação de sanções rápidas. A Sociedade das Nações não teve à sua disposição organismo semelhante, capaz de levar a efeito acções militares.

  3º - O esforço pela paz subsequente à Primeira Guerra Mundial, foi dominado por uma concepção estática, que confiava a sua manutenção ao traçado de linhas fronteiriças correctas e ao estabelecimento de uma organização internacional. Dava-
-se como certo que a paz existia e que essa paz podia ser mantida pela Sociedade das Nações. Não se teve em conta que já se vivia um grave estado de emergência, que requeria a acção internacional. Embora a Sociedade das Nações reconhecesse a existência de problemas de tipo social e económico, e dispusesse de certos organismos para a sua resolução, não se atribuiu suficiente importância à gravidade que apresentavam tais problemas e limitou-se o raio de acção desses organismos. Pelo contrário, a Organização das Nações Unidas baseia-se num reconhecimento mais explícito de que não é meramente um organismo limitado a suprimir a guerra, mas também uma organização atenta a prover os meios que conduzam à eliminação das suas causas. Acentua a importância de todos os problemas sociais e económicos e dispões de numerosos organismos facultados para se enfrentar com tais problemas. O Conselho Económico-Social coordena as actividades de várias organizações, que tratam os problemas internacionais susceptíveis de originar inquietação, fricção e descontentamento entre os povos. A jurisdição deste Conselho foi limitada pelas propostas de Dumbarton Oaks, mas os seus poderes foram aplicados na Conferência de São Francisco. Ao seu campo de acção foram incorporados problemas como o desemprego maciço e as barreiras comerciais.

  4º - A Sociedade das Nações integrou os tratados de paz de Versalhes, Neully, Trianon e Saint Germain en Laye, que puseram termo à Primeira Guerra Mundial. A combinação de uma organização em prol da paz com os acordos estipulados com nações antes inimigas, constituiu logo à partida um grave obstáculo ao bom funcionamento da Sociedade das Nações. Baseando-se na experiência dos erros anteriores, os artífices da Organização das Nações Unidas dissociaram-na de todo o tratado de paz. JNReis1@clix.pt


 


Filosofia e Cultura

A Filosofia da História é a reflexão sobre a natureza da história ou sobre o pensamento histórico. A expressão foi usada no século XVIII (por exemplo, por Voltaire) para referir o pensamento histórico crítico, que se opõe à mera colecção e repetição de histórias sobre o passado. Em Hegel, a expressão adquire o significado de história universal ou mundial. No Iluminismo, acreditava-se que a idade da superstição e da barbárie estava a ser progressivamente substituída pela ciência, pela razão e pela compreensão, atribuindo-se à história uma linha evolutiva de carácter moral. Sob a influência de Herder, Kant levou esta ideia mais longe, de tal modo que a filosofia da história se converteu na procura de um sistema grandioso sobre o desdobramento da evolução da natureza humana, testemunhado em fases sucessivas (o progresso da racionalidade ou do Espírito). Esta filosofia da história essencialmente especulativa encontrou um complemento extra-kantiano em Fichte, para quem a associação da mudança temporal com a implicação lógica introduz a ideia de que os próprios conceitos são o instrumento dinâmico da mudança histórica. Esta ideia só é imediatamente inteligível no quadro do idealismo absoluto, onde o mundo da natureza e do pensamento acabam por identificar-se. A obra de Herder, Kant, Fichte e Schelling foi sintetizada por Hegel: a história tem um enredo. Este consiste no desenvolvimento moral do homem, concebido como algo que é equivalente à liberdade no Estado; esta liberdade, por sua vez, consiste no desenvolvimento da autoconsciência do espírito, um processo de desenvolvimento lógico ou intelectual onde sucessivamente se atingem e superam vários momentos necessários na vida de um conceito. O método de Hegel atinge o seu melhor quando o assunto é a história das ideias, e quando a evolução do pensamento avança a par e passo com as oposições lógicas, e com a sua resolução apresentada pelos diversos sistemas de pensamento.

       

Filosofia da História
Simon Blackburn
Universidade de Cambridge

A Filosofia da História é a reflexão sobre a natureza da história ou sobre o pensamento histórico. A expressão foi usada no século XVIII (por exemplo, por Voltaire) para referir o pensamento histórico crítico, que se opõe à mera colecção e repetição de histórias sobre o passado. Em Hegel, a expressão adquire o significado de história universal ou mundial. No Iluminismo, acreditava-se que a idade da superstição e da barbárie estava a ser progressivamente substituída pela ciência, pela razão e pela compreensão, atribuindo-se à história uma linha evolutiva de carácter moral. Sob a influência de Herder, Kant levou esta ideia mais longe, de tal modo que a filosofia da história se converteu na procura de um sistema grandioso sobre o desdobramento da evolução da natureza humana, testemunhado em fases sucessivas (o progresso da racionalidade ou do Espírito). Esta filosofia da história essencialmente especulativa encontrou um complemento extra-kantiano em Fichte, para quem a associação da mudança temporal com a implicação lógica introduz a ideia de que os próprios conceitos são o instrumento dinâmico da mudança histórica. Esta ideia só é imediatamente inteligível no quadro do idealismo absoluto, onde o mundo da natureza e do pensamento acabam por identificar-se. A obra de Herder, Kant, Fichte e Schelling foi sintetizada por Hegel: a história tem um enredo. Este consiste no desenvolvimento moral do homem, concebido como algo que é equivalente à liberdade no Estado; esta liberdade, por sua vez, consiste no desenvolvimento da autoconsciência do espírito, um processo de desenvolvimento lógico ou intelectual onde sucessivamente se atingem e superam vários momentos necessários na vida de um conceito. O método de Hegel atinge o seu melhor quando o assunto é a história das ideias, e quando a evolução do pensamento avança a par e passo com as oposições lógicas, e com a sua resolução apresentada pelos diversos sistemas de pensamento.

Com Marx e Engels emerge um tipo de história bastante diferente, baseada na estrutura progressiva de Hegel, mas que remete a realização do objectivo da história para um futuro onde surgirão as condições políticas para a liberdade, sendo assim os factores políticos e económicos, e não a «razão», o motor da história. Embora se tenha continuado a escrever história especulativa generalista (O Declínio do Ocidente, de Spengler, 1918, é um exemplo tardio notável), no final do século XIX a especulação generalista desse tipo foi suplantada por um interesse mais crítico pela natureza da compreensão histórica e, em particular, pela comparação entre os métodos das ciências naturais e os do historiador. Para autores como Windelband e Dilthey é importante mostrar que, por um lado, as ciências humanas como a história são objectivas e legítimas, mas que, por outro lado, estas diferem de algum modo da investigação do cientista. Já que o seu assunto é o pensamento e as acções dos seres humanos do passado, é necessária uma capacidade para reviver esse pensamento do passado, conhecendo as deliberações dos agentes do passado como se pertencessem ao próprio historiador. Collingwood foi o autor britânico mais influente nesta área; A Ideia de História (1946, trad. 1972) contém uma ampla defesa da abordagem da verstehen. O problema da forma das explicações históricas, e o facto de as leis gerais ou não terem qualquer lugar, ou não ocuparem um lugar importante nas ciências humanas, são também proeminentes no pensamento sobre a natureza distinta da nossa compreensão histórica dos outros e de nós mesmos.

Simon Blackburn

Texto retirado de Dicionário de Filosofia, de Simon Blackburn (tradução de Desidério Murcho et al., Gradiva, 1997).

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http://reis19.tripod.com.  José Nogueira dos Reis, StªEugénia -Alijó

José Nogueira dos Reis, Rua da Barreira, Nº12, 5070-411 StªEugénia Alijó - Habilitações Académicas     Pseudónimo:O Hipy
Dados Pessoais de  José Nogueira dos Reis                            Santa Eugénia, 5070-411 - Alijó

















Habilitações Académicas

2º Ano do Curso Complementar

Português, exame ADOC (Faculdade de Letras no Porto )

Formação Profissional
Curso de Primeiros socorros Secretaria de Estado da Segurança Social e Prevenção no Trabalho

Curso de Jovem Empresário Agrícola Ministério da Agricultura

Curso de Aquisição de Competências Sócio Profissionais (POEFDS ) Sendo constituído por duas partes: Uma de Formação teórica com duração de 492horas, estando incluídas 120horas de informática, ministradas pelo Exmº Doutor António Mansilha; e a outra, de Formação Prática com duração de 168horas, correspondendo a um estágio, na entidade Junta de Freguesia S. Eugénia, exercendo as Funções de Toda a Parte Administrativa, Atendimento ao Público, ensaios, debates, levantamentos Sócio Culturais, Patrimoniais, Históricos, Estudos, Planos e Objectivos.

Formação Específica
Leitor Cobrador

Técnico Classificador de Vinhas

Animação Cultural

Promoção Cultural

Levantamento de Prédios Rústicos

Recenseamento Geral Agrícola

Censos

Previdência Social, direitos, deveres, legislação e novos documentos

Imobiliária

Vindima, transporte, legislação e fiscalização

Formação Autarca Autarcas, Autarquias, Municípios e Munícipes

Formação Autarca Protecção Civil

Colóquios, Retiros e Fóruns
2 de 1 semana cada 1 Seminário de Vila-Real(Padre Feitor Pinto ), incluía temas como: Historial do Cristianismo e das Religiões mais significativas; Cristianismo, outras religiões e liberdade de culto; Igreja e Estado; O cristão e a sociedade contemporânea; Paz, guerra, direitos universais do homem, Objectores de consciência , solidariedade e mecenato; Idealismo e Materialismo; Cristianismo e Marxismo.

Experiência Profissional
2002

Estágio na Junta de Freguesia de Santa Eugénia

2001

Censos

2000

Leitor de contadores eléctricos EDP(concelho de Alijó, Sabrosa e Murça )

1999

Escriturário Norte Frangos

1998

Vendedor Norte Frangos

1997

Vendedor Monteiro & Filhos

1996

Técnico Classificador de Vinhas (ENDEM, Instituto do vinho e da vinha )

1995

Promotor Cultural Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de StªEugénia

1994

Técnico de Armazém (Exportação ) Moto Meter

1993

Imobiliária - ( Madrid )

1992

Mordomo - ( Madrid )

1991

Barman ( Madrid ); Censos







DE 1977 a 1992

Fui Empresário Agrícola, embora, por vezes, acumulasse com outras funções

1987

Recenseamento Geral Agrícola

DE 1984 a 1986

Mediador de Seguros Eagle Star

De 1979 a 1981

Educador de Adultos Ministério da Educação

1973

Levantamento de Propriedades Agrícolas Ministério das Finanças

DE 1972 a 1973

Escriturário Colégio Nossa Senhora da Boavista ( Vila Real )

De 1970 a 1972

Escriturário Casa do Povo de Santa Eugénia






Teatro Autor, Co encenador e Actor

Co Fundador do Centro Cultural e Recreativo de StªEugénia

Co Fundador do Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de StªEugénia

Co Fundador do Centro Social de StªEugénia

Direcção da Casa do Povo de StªEugénia

Assembleia

Candidato a Assembleia de Freguesia

Candidato a Assembleia Municipal

Deputado da Assembleia Municipal

de Freguesia

Militante de Partido Político

Sócio dos Bombeiros Voluntários de Alijó

G.D.C.R.StªEugénia

Cento Social

Cooperador do Funcionário/Encarregado do Grémio dos Viniticultores

dos CTT

Estafeta dos CTT ( Carteiro )

Explicador

Participação em Torneios de Damas e Xadrez

Participação na 1ªVinord ( 3º Lugar Canções )

Participação no 1º FITEI ( Festival de Teatro de Expressão Ibérica )

Atleta de Futebol

Membro de Mesas da Assembleia de voto; Inclusive 16/12/2001 e 17/03/2002

Organização de várias excursões:

Santarém

Braga

Castelo Branco

Mirandela

Santiago de Compostela

Membro do Grupo Cristão «Oásis»

Delegado Político

Encontros de Municípios

Participei em várias iniciativas do INATEL

Co Fundador da Associação de ovinos e caprinos de Vila Real e Bragança

1968 Fundei e Redigi um jornal de turma (Gomes Teixeira)

1970 Co Fundador do Jornal menor, «O Plátano»

1974 - Participei Activamente nas campanhas de «Politização»



























Cargo ou profissão
Escriturário


Principais responsabilidades
Toda a Parte Administrativa.

Departamento ou grupo de trabalho
Junta de Freguesia de Santa Eugénia





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Telefone do escritório
259646486




Projectos actuais


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Entrar na Faculdade

O Mundo Rural





Informações pessoais
José Nogueira Reis

Data de Nascimento: 20/03/1953

Estado civil: Separado

B.I.nº3451368

Habilitações Literárias: 2º Ano do Curso Complementar, mais a Disciplina de Português, no exame A.D.O.C., na Faculdade de Letras













Última revisão: 16.07.02

O Ensino do Pensar e o Aprender a Aprender - Espera-se que o professor desenvolva no seu aluno, em primeiro lugar, o homem de entendimento, depois, o homem de razão, e, finalmente, o homem de instrução. Este procedimento tem esta vantagem: mesmo que, como acontece habitualmente, o aluno nunca alcance a fase final, terá mesmo assim beneficiado da sua aprendizagem. Terá adquirido experiência e ter-se-á tornado mais inteligente, se não para a escola, pelo menos para a vida.
Immanuel Kant

Espera-se que o professor desenvolva no seu aluno, em primeiro lugar, o homem de entendimento, depois, o homem de razão, e, finalmente, o homem de instrução. Este procedimento tem esta vantagem: mesmo que, como acontece habitualmente, o aluno nunca alcance a fase final, terá mesmo assim beneficiado da sua aprendizagem. Terá adquirido experiência e ter-se-á tornado mais inteligente, se não para a escola, pelo menos para a vida.

Se invertermos este método, o aluno imita uma espécie de razão, ainda antes de o seu entendimento se ter desenvolvido. Terá uma ciência emprestada que usa não como algo que, por assim dizer, cresceu nele, mas como algo que lhe foi dependurado. A aptidão intelectual é tão infrutífera como sempre foi. Mas ao mesmo tempo foi corrompida num grau muitíssimo maior pela ilusão de sabedoria. É por esta razão que não é infrequente deparar-se-nos homens de instrução (estritamente falando, pessoas que têm estudos) que mostram pouco entendimento. É por esta razão, também, que as academias enviam para o mundo mais pessoas com as suas cabeças cheias de inanidades do que qualquer outra instituição pública.

[...] Em suma, o entendimento não deve aprender pensamentos mas a pensar. Deve ser conduzido, se assim nos quisermos exprimir, mas não levado em ombros, de maneira a que no futuro seja capaz de caminhar por si, e sem tropeçar.

A natureza peculiar da própria filosofia exige um método de ensino assim. Mas visto que a filosofia é, estritamente falando, uma ocupação apenas para aqueles que já atingiram a maturidade, não é de espantar que se levantem dificuldades quando se tenta adaptá-la às capacidades menos exercitadas dos jovens. O jovem que completou a sua instrução escolar habituou-se a aprender. Agora pensa que vai aprender filosofia. Mas isso é impossível, pois agora deve aprender a filosofar. [...] Para que pudesse aprender filosofia teria de começar por já haver uma filosofia. Teria de ser possível apresentar um livro e dizer: «Veja-se, aqui há sabedoria, aqui há conhecimento em que podemos confiar. Se aprenderem a entendê-lo e a compreendê-lo, se fizerem dele as vossas fundações e se construírem com base nele daqui para a frente, serão filósofos». Até me mostrarem tal livro de filosofia, um livro a que eu possa apelar, [...] permito-me fazer o seguinte comentário: estaríamos a trair a confiança que o público nos dispensa se, em vez de alargar a capacidade de entendimento dos jovens entregues ao nosso cuidado e em vez de os educar de modo a que no futuro consigam adquirir uma perspectiva própria mais amadurecida, se em vez disso os enganássemos com uma filosofia alegadamente já acabada e cogitada por outras pessoas em seu benefício. Tal pretensão criaria a ilusão de ciência. Essa ilusão só em certos lugares e entre certas pessoas é aceite como moeda legítima. Contudo, em todos os outros lugares é rejeitada como moeda falsa. O método de instrução próprio da filosofia é zetético, como o disseram alguns filósofos da antiguidade (de zhtein). Por outras palavras, o método da filosofia é o método da investigação. Só quando a razão já adquiriu mais prática, e apenas em algumas áreas, é que este método se torna dogmático, isto é, decisivo. Por exemplo, o autor sobre o qual baseamos a nossa instrução não deve ser considerado o paradigma do juízo. Ao invés, deve ser encarado como uma ocasião para cada um de nós formar um juízo sobre ele, e até mesmo, na verdade, contra ele. O que o aluno realmente procura é proficiência no método de reflectir e fazer inferências por si. E só essa proficiência lhe pode ser útil. Quanto ao conhecimento positivo que ele poderá talvez vir a adquirir ao mesmo tempo -- isso terá de ser considerado uma consequência acidental. Para que a colheita de tal conhecimento seja abundante, basta que o aluno semeie em si as fecundas raízes deste método.

Immanuel Kant
Este Texto foi Extraído de:
«
Anúncio do Programa do Semestre de Inverno de 1765-1766» da colectânea de textos Theoretical Philosophy, 1755-1770 (edição de David Walford e Ralf Merbote, Cambridge University Press, 1992), pp. 2:306-7.

16.07.02

José Nogueira dos Reis